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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

FOLCLORE NA PRAÇA 2013




 “ É de menino que se torce o pepino “ Para início de conversa, acho que não é necessário estar explicando que folclore é o conjunto das nossas tradições e costumes pois isso já foi muito falado nas escolas e livros de época. A 1ª dama Amanda vem ao longo do mandato do companheiro Donizete me fazendo lembrar em uma versão mais humilde é claro, e com todo o respeito ao companheiro, mais simpática e mais bonita, de uma outra esposa de prefeito que passou aqui pela aldeia anos atrás. Imbuída na boa intenção de tentar resgatar e revitalizar os nossos costumes e tradições, mas principalmente com o intuito primeiro de fazer penetrar nas nossas crianças e adolescentes o gosto pela arte e o apreço por sua beleza, a companheira se faz acompanhar por parceiros realmente interessados no fazer cultura e tentar perpetuar os fazeres e afazeres da nossa gente. Ontem na praça do CEM ficou transparente que a nossa cultura está por todos os cantos muito viva, só dependendo de um alerta e um fomento por parte de quem tem o dever de acreditar no potencial criativo do nosso povo e na sua capacidade de resistir aos modismos impostos pela globalização. Grata surpresa surgiu do Giru, através do bonito trabalho da professora e fazedora de cultura Gisélia Botelho, que acreditando e vivenciando o potencial criativo das gentes do nosso distrito descobriu e está fazendo germinar naquela região uma semente, que se adubada e bem regada tem uma perspectiva cultural muito grande “pra nossa alegria”! Do companheiro Barcellar Chaves, já é notório a sua singeleza, criatividade e vontade de fazer cultura que já são marcantes no dia-a-dia dos raros movimentos culturais que ainda cismam em sobreviver na nossa aldeia. Roberto Murta é outra resistência no fazer arte e uma das principais referências culturais da cidade e ainda Gilberto Santos, outro fazedor de cultura que depois de alguns anos em terras além-mar, por ordem de El Rey, regressou ao nosso convívio e vem demonstrando um grande interesse no nosso cotidiano cultural. Só nos resta agora, enquanto admiradores e amantes das nossas tradições estar participando e da forma peculiar de cada um contribuindo para que as pessoas interessadas no fazer cultura, sintam em nós parceiros dessa empreitada que a companheira Amanda está se propondo a realizar. E estamos conversados...

De: Ze Miranda Murta