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terça-feira, 15 de novembro de 2011

JOAÍMA - 100 ANOS DE HISTÓRIA - 1911/2011 - ARRAIAL DO QUARTEL DE ÁGUA BRANCA É ELEVADO À CATEGORIA DE DISTRITO E RECEBE A DENOMINAÇÃO DE DISTRITO DE PAZ DE BONFIM DE JOAÍMA.



Em 1911, um século após a instalação da Sétima Divisão Militar, o Distrito de São Miguel do Jequitinhonha conquista sua emancipação política, enquanto o arraial do Quartel de Água Branca é elevado à categoria de Distrito pela Lei Estadual 555, art. 2, número 14, de 30 de Agosto de 1911. Recebe a denominação de Distrito de Paz de BONFIM DE JOAÍMA, subordinado a partir de então, ao recém criado município de São Miguel do Jequitinhonha.

“(...) Para os festejos chegaram as pessoas mais ilustres de São Miguel. A pedido dos moradores,  Frei  Samuel  Tetteroo, deu boas vindas às autoridades e aos visitantes e celebrou missa comemorativa, além de uma passeata festiva com banda de música até o local da cerimônia onde se realizariam os atos oficiais da instalação do Distrito (...)”     Relato feito por Frei Samuel Tetteroo

Para a solenidade  de instalação do Distrito,chegaram integrantes do município de São Miguel: o vereador Coronel Clemente Franco; Liolino de Souza Ferreira, filho de Cypriano: Jacinto Alves Portugal, que nessa oportunidade tomou posse como 1º Juiz de Paz.

Fonte: Emirani Quaresma Marques - "JOAÍMA CONTA A SUA HISTÓRIA" 








segunda-feira, 14 de novembro de 2011

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 6


Ano de 2010. Começa uma nova batalha para o retorno dos músicos e formação de novos músicos para a “Licínio de Castro”. Nescessitando-se de uma estratégia brilhante para que tal fato fosse consumado.

Barcellar Chaves sai à procura dos músicos com intrepidez recebendo os primeiros nãos, mas isso não o fez calar. Foi adiante. Buscou parcerias junto à Assistência Social  e prefeitura adquirindo novas flautas para uso das aulas de inicialização musical. A Filarmônica começa novamente a despertar. O CIARTE  volta a acolher a música, o artesanato e melhorar a auto estima da população.

A Prefeitura Municipal em parceria com o Ministério da Cultura  adquiriu  novos instrumentos, complementando  os que haviam. A prefeitura entrou com a parte de manutenção, reparos e apoio.

Houve retorno de poucos músicos experientes, estes adquirindo uma vaga como instrutores na formação da nova banda.
 Hoje possuímos 27 integrantes divididos em metais e percussão.  A Banda fez sua estréia no desfile de 7 de setembro de 2011.
E, quem disse que a banda não saia? Sim, lá vem ela com pompa e glamour sob a regência de João Rodrigues. Afinada e bem conceituada  pelos que a viram passar. Toda de branco, de alma lavada e com caras novas. Esta revelando uma grande conquista.
Ao som de dobrados,  do Hino Nacional Brasileiro e Hino à Joaíma, a Filarmônica Licínio de Castro esnobando luxo e afinação iniciou o desfile cívico.

 
 Agora ela  se encontra mais uma vez de malas prontas pra mostrar o que sabe e compreende em termos musicais e se prepara para apresentação  no dia 17 de dezembro deste ano em Itambacuri – MG. 
A cada dia uma nova surpresa, um novo componente para o grupo e, acreditamos a filarmônica ter 7 vidas.
A filarmônica volta a crescer digna de glórias.
  Veja abaixo o quadro atual da filarmônica:

INSTRUTOR REGENTE:

·       João Rodrigues de Oliveira – exímio violinista e Tubista
MONITORES:
·       Ana Ribeiro – (Flautas), professora e formada  no curso de artes pela Unimontes
·       Vinícios Santos – (Clarinete e Sax)


A filarmônica encontra-se preparada para algumas  de suas apresentações em Joaíma, como o esperado Recital e concerto de Natal  em 22 de dezembro e  na entrega da Medalha "Comenda Cipriano Ferreira" - Joaíma 100 Anos, no dia 27, ocasião do aniversário da cidade mantendo sua tradição.
Vida longa à filarmônica, cheia de histórias e alegrias.

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 5


 OS ENCONTROS DE BANDAS

A Filarmônica Municipal Licínio de Castro em parceria com a prefeitura realizou em série 5 grandes Encontros de bandas em nossa cidade, tornando-se anfitriã de variadas bandas de música de destaque em suas respectivas regiões. Foram as cidades participantes dos encontros: Berilo, Brasília de Minas, Carlos Chagas, Engenheiro Caldas, Governador Valadares, Itamarandiba, Jenipapo de Minas, Ladainha, Malacacheta, Novo Cruzeiro, Salinas, Timóteo e  Veredinha.

DATAS DOS ENCONTROS REALIZADOS EM JOAÍMA
I    - 07 de abril de 2001 – Maestro: José Raimundo Higino
 II  - 07 de abril de 2002  -  Maestro: Reginaldo  Muniz Porto
III -  10 de maio de 2003 – Maestro  Reginaldo  Muniz Porto
IV -  30 de abril de 2004 – Maestro  Reginaldo  Muniz Porto
   V  -  30 de abril de 2005  -  Maestro  Reginaldo  Muniz Porto   

VIAGENS REALIZADAS A PORTO SEGURO – BAHIA

Foram 2 as viagens  da filarmônica em visita a Porto Seguro. A 1ª em 11 de abril de 2003. Além do passeio, já que a banda  tem o slogan “ Nossa missão é levar a música e alegria até você”, os talentosos músicos se apresentaram em 3 locais diferentes: Escola Municipal Paulo Souto, Praça do relógio e na Axé Moi.

              







Já a 2ª ocorreu em 22 de abril de 2005, durante a administração do prefeito Flávio B. Leal abrilhantando a missa em comemoração aos 505 anos do Descobrimento do Brasil.

A filarmônica passou a desbravar o campo da música brasileira. Rio de Janeiro, Juiz de fora, Belo Horizonte...
 No ano de 2007 a Filarmônica adormece devido a facções políticas impedindo o seu bom desempenho. E, quem não conhece os últimos momentos da história política  de nossa cidade? Mas, a filarmônica não se calou totalmente. 

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 4


 CIARTE – CENTRO INTEGRADO DE ARTES


 Em 7 de abril de 2001, foi inaugurado o CIARTE, na antiga Escola  Dr. Antônio Jerônimo de Oliveira que ganhou casa nova no Bairro Ipê. Para abrilhantar essa festa de inauguração a Banda da PM de Teófilo Otoni foi convidada a tocar. Também o conjunto de “Flautas doce Harmonia” e a Filarmônica Licínio de Castro  se apresentaram. O CIARTE veio para democratizar o estudo das artes. Com estrutura excelente, O CIARTE reuniu música, sala de costura, tapeçaria, bordados, etc. Tudo isso oferecido à população Joaimense.

 E aqui passa a ser a nova moradia da Licínio de castro. Bem formada, com estatudo e estrutura de Filarmônica.
 A Filarmônica cresceu e apareceu. Alunos de música do nível avançado tiveram seu primeiro emprego como monitores dos alunos novatos. A Filarmônica já não aceitava ser chamada de “bandinha”. Transformou-se, aos poucos, numa grande Banda Sinfônica, com 50 integrantes.


 A Filarmônica ficou pronta até para tocar em bailes, quando acrescida de guitarras, contra-baixo, bateria americana e teclado. Era convidada pelas cidades vizinhas para abrilhantar seus eventos. Participando também de inúmeros encontros de bandas em vários municípios.

FORAM  OS MAESTROS NA FILARMÔNICA LICÍNIO DE CASTRO
·       Clemente Bonfim (Seu Quelezinho)
·       Maestro Tarcísio (de Ladainha)
·       Maestro Duarte ( do Batalhão da PM de T. Otoni)
·       Maestro Higino (do Batalhao da PM de T.Otoni)
·       Maestro Reginaldo Muniz Porto


MONITORES DA FILARMÔNICA
·       Anne  Fagundes Gontijo ( Clarinete)
·       Isis Loyola ( Flauta)
·       Thiago Chaves (percussão)
·       Ronaldo de Souza ( Trompete)
Fonte: "Joaíma conta a sua história"  Emirani Quaresma Marques e Arquivos  do CIARTE - Centro Integrado de Artes Joaíma

domingo, 13 de novembro de 2011

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 3


 MOVIMENTO DE RESGATE DA FILARMÔNICA LICÍNIO DE CASTRO


Em 1989, quando Roberto Grapiúna assumiu a prefeitura pela primeira vez, Sua esposa Analice, com o auxílio do saudoso maestro “Seu Quelezinho” sai à procura de antigos músicos que haviam tocado na “Licínio de Castro”, desativada a algum tempo. Os poucos que voltaram foram incentivos para muitos.
Os primeiros instrumentos foram adquiridos com a ajuda do Banco do Brasil, quando o Sr. Francelino Pereira, então Vice-Presidente do Banco, esteve em Joaíma, para inaugurar a nova agência, em março de 1989. Logo os ensaios começaram em locais cedidos pela prefeitura como  na antiga rodoviária (hoje demolida) na praça da igreja, ao ar livre e onde fosse possível.
A falta de uma sede para a banda dificultava os estudos, mas não  foi impecilho para os amantes da “Licínio de Castro”, alguns bem idosos.
A primeira apresentação oficial da “bandinha” aconteceu, quando a sede da atual  Câmara Municipal foi inaugurada, em 27 de dezembro de 1989.


E a banda tocou até dezembro de 1990. Com o falecimento de Seu Quelezinho ela silencia por mais uma vez.

Em 1996  inicia-se uma nova busca pelos músicos da “Licínio de Castro”. Nova luta para aquisição de instrumentos de sopro e percussão.  Uma meta a seguir: trabalho para trazer de volta os sons de dobrados da “bandinha”. No Espaço Cultural Eduardo Araújo, foi improvisada uma sala de aula de música. Muitos alunos surgiram e durante 6 meses receberam aulas teóricas e de solfejo, enquanto aguardavam instrumentos musicais que, devagar, foram chegando por meio de convênios da prefeitura com a Secretaria Estadual de Cultura e o Ministério da Cultura.
No ano de 1998, A filarmônica ganha  a sua própria sede.


Foi uma felicidade  para os músicos ganharem uma casa para realizarem seus ensaios. No espaço que pertence hoje à APAE, no “Cambalacho”, foi criada a primeira escola de música de Joaíma. Crianças a partir de 6 anos passaram a ter a oportunidade de iniciar seus estudos musicais com o estudo da Flauta Doce.

Fonte: "Joaíma conta a sua história"  Emirani Quaresma Marques e Arquivos  do CIARTE - Centro Integrado de Artes Joaíma

sábado, 12 de novembro de 2011

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 2


27 de Dezembro de 1975, o prefeito José Derval de oliveira entregou à população um magnífico prédio para funcionamento de várias repartições públicas, além de prefeitura e câmara, que recebeu o n

Num  dia aberto por um sol de esperança, a cidade acordou aos sons da banda de Música e pelo estourar dos fogos de artifícios.
Citada frequentemente como exemplo de limpeza urbana, como cidade organizada, Joaíma despontava com o mais perene modelo de paz política em todo o Vale do Jequitinonha.No dia 27 de
ome de Centro Cívico Dezembro de 1975, o prefeito José Derval  de oliveira entregou à população um magnífico prédio para funcionamento de várias repartições públicas, além de  prefeitura e câmara, que recebeu o nome de Centro Cívico.


Sob os acordes da banda de Música “LICÍNIO DE CASTRO”, o Prefeito  José Derval  de Oliveira, acompanhado  das autoridades mais representativas do município,  fez um breve discurso logo após o asteamento da Bandeira Nacional  pelo ex-prefeito  Antonio Gomes Moreira entregando ao povo a nova Estação Rodoviária, convidando o Sr.  Joaquim Antonio Guimarães para descerrar a placa comemorativa. Descerrada a placa viu-se  a homenagem,pois dela constava: “Rodoviária Guimarães Filho”, num preito de gratidão do município ao jovem líder, de uma família de líderes. A emoção correu minando lágrimas nos olhos  dos irmãos  Guimarães ali presentes.


Infelizmente em meados dos anos 80, A Filarmônica  se cala  mais uma vez.


Fonte: "Joaíma conta a sua história"  Emirani Quaresma Marques e Arquivos  do CIARTE - Centro Integrado de Artes Joaíma

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

POST EM SÉRIE - A FILARMÔNICA - PARTE 1


No lazer  e na vida social as fanfarras e as bandas de música sempre fizeram a alegria das vilas e, em Joaíma, não foi diferente. Para dar início a qualquer atividade festiva, de caráter religioso, social e histórico a Alvorada era cumprida com a sua alegria barulhenta. Os músicos passavam marchando, uniformes e instrumentos reluzentes, tuba, pratos e cornetas bradando, chamando o povo. Fogos e rojões espocando e muita gente correndo pra ver a banda passar.

A banda também acompanhava os enterros em passo lento, tocando a marcha fúnebre, num lamento choroso e de dor. Conforme a opção política do falecido, seu cortejo fúnebre era seguido por uma ou outra banda, pois houve uma época  em que havia duas bandas em Joaíma. Uma mantida  pelo Major Camilo Miranda, e outra dirigida por Clemente Trombone, seguidores de facções políticas diferentes.

Posteriormente, Licínio de Castro, homem de grande sensibilidade artística, que tocava vários instrumentos musicais, criou a “Banda de Música Joaíma”, popularmente conhecida como “A Furiosa”. Essa banda reuniu grandes nomes como o maestro Cesarino Ituassu; seus filhos Mozart e Rossini – Violino e Trompete; Clemente Bonfim – O Quelezinho, Trombone de vara; Geraldo Oliveira, clarinete; José Paturi, Piston; José Coelho, seu filho João coelho e crislônio Dias do Vale exímios saxofonistas; Lero, Prato; Tonico de D. Amélia, banjo e violão; Dego, Pandeiro. 


Integraram também o grupo os maestros Rei, baiano preto e forte, Gentil Souza Castro irmão de Licínio e Zezé seleiro no trombone.
Mais tarde, Mozart foi trabalhar no Rio de Janeiro e alcançou fama tocando no Teatro Municipal.
Alguns anos mais tarde, ano de 1962, o prefeito Domingos Ornelas quis homenagear o seu saudoso amigo, Licínio de Castro, e encabeça movimento para arrecadar fundos com o objetivo de resgatar a Filarmônica de Joaíma. Vai a São Paulo e compra novos instrumentos musicais, recriando a banda que recebe o nome de “Licínio de Castro”, sob a batuta do maestro Eleotério Patente.



A partir daí a Filarmônica ganha destaque em grandes confraternizações anunciando ao povo a chegada do progresso.E onde houve progresso lá estava ela presente.
Fonte: "Joaíma conta a sua história"  Emirani Quaresma Marques e Arquivos  do CIARTE - Centro Integrado de Artes Joaíma

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O EVENTO "JOAIMENSE AUSENTE", CRIADO COM O OBJETIVO DE PROPORCIONAR O ENCONTRO DAS FAMÍLIAS JOAIMENSES EM UM AMBIENTE DE ALEGRIA E DESCONTRAÇÃO.



O evento consistia em uma recepção festiva aos joaimenses, que vinham passar as festas de fim de ano com a família, com direito a café da manhã, almoço, bebida farta e música ao vivo, envolvendo em média, 1000 participantes. no início, as famílias tradicionais colaboravam com o café da manhã, e o restante dos custos era coberto pela venda de camisas que funcionavam como ingresso para o evento.

As quatro primeiras versões ocorreram  entre 1990 e 1993, realizadas no Ginásio poliesportivo municipal (CEM), durante o dia, obtendo grande sucesso junto aos participantes. Já o V Joaimense Ausente, embora realizado no CEM, teve o horário transferido para a noite. O sucesso não foi o esperado: a comida servida, leitoa ao molho pardo, não foi bem aceita, ocorreram constantes quedas de energia atrapalhando o bom desempenho da festa fazendo com que o público deixasse o local mais cedo. Por ser uma festa de caráter familiar, o horário noturno impediu que crianças e idosos aproveitassem até mais tarde. Depois disso, o Joaimense Ausente só voltaria a ser realizado em 1998, mesmo ano em que teve início o ciclo dos grandes shows de Axé Music no Terminal Rodoviário.Apesar  do bom nível de organização, o VI Joaimense Ausente não causou o mesmo furor das edições anteriores. O público estava empolgado com as "novidades baianas".

O ano de 1999 marcou a sua 7ª e  ùltima edição, sendo relizada no Terminal Rodoviário com um grande "festival de chope" e muita música baiana.
Era comum, durante os encontros de joaimenses Ausentes, a administração municipal prestar homenagem aos conterrâneos mais ilustres a exemplo do que ocorreu em 1998, com a entrega da medalha do Cinquentenário.

Aguardamos anciosos a próxima edição que acontecerá em 26 de dezembro deste ano, quando Joaíma receberá e abraçará  seus filhos.

Participe! Vamos pintar nossa aldeia!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

NÃO SÓ DE ALEGRIA VIVIA A RUA DO FOGO... CONTOS DE NOSSA GENTE - O COMÉRCIO DE MERETRIZES


O BORDEL
As chamadas mulheres de “vida fácil” em joaíma viviam, desde a época da vila, na Rua do Fogo; hoje, região familiar, denominada de Rua João Pinheiro, bem no centro da cidade. Anos depois tranferindo-se para a Rua bias fortes levando a mesma denominação de Rua do Fogo.
Em 1938, já existiam dois cabarés na zona boêmia; um de JOÃO PISTOLA  e outro de  EUZÉBIO (CABARÉ “ELE E ELA”). Quem por lá passou, com certeza, não se esqueceu... Ah!...Quem se lembra do restaurante de Ari servindo sua saborosa comida caseira.
Tornaram famosas grandes cafetinas que exploravam o comércio de meretrizes, a saber: Conceição Loura, Gabriela, Maria Baculeja, Mariazinha, Murila, Emília, Lourdona, Janetona e Teresona.
Todas as cafetinas tinham o seu cabaré que era uma casa de diversões onde se dançava e bebia, principalmente, nos finais de semana. Ali se curtia a boemia regada a muita bebida e festa.
Não só de alegria vivia a Rua do Fogo, pois como o nome   indica os ânimos ali esquentavam.
As pessoas desentendiam-se e, se agrediam com navalhas, facas e armas de fogo. Às vezes se matavam.
Na década de 80, a zona boêmia foi desativada. Hoje ,  é uma pacata zona residencial que guarda do passado apenas as lembranças e as lendas.